Você provavelmente tem uma marca de carro no coração. Talvez jure que só compra Toyota, ou que Honda é o único que não dá dor de cabeça. Faz sentido gostar. Mas, na hora de comprar, essa fidelidade pode estar saindo cara sem você perceber.

O brasileiro é menos fiel do que pensa
Um estudo da consultoria Deloitte, com 28,5 mil pessoas em 27 países, perguntou se o carro anterior era da mesma marca do atual. No Brasil, 53% disseram que não. Ou seja: na prática, a maioria já pula de marca. Isso deixa o brasileiro entre os menos fiéis do mundo, perto do Reino Unido (52%) e à frente de Estados Unidos (49%) e Japão (40%, o mais apegado).
E quando o estudo perguntou o que realmente pesa na escolha, o nome da marca ficou de fora do pódio: qualidade (65%), desempenho (56%), preço (44%) e tecnologia (38%). No fim, o que a gente quer é um carro bom, não um logo.
Por que soltar a marca abre negócio melhor no usado
Aqui vai a parte prática. Cada vez que você fecha a busca numa marca só, você fecha a porta pra dezenas de carros que podem entregar o mesmo, ou mais, pelo mesmo dinheiro. E costuma pagar um ágio pelo emblema mais confiável da fila.
No seminovo, o que faz um bom negócio é o carro certo: histórico limpo, estado, revisões e preço justo. O emblema não anda, não economiza combustível e não segura o valor sozinho. Ainda por cima, marcas coreanas e chinesas viraram opção real também no usado, então largar a marca hoje significa mais escolha e, muitas vezes, preço menor.
Continue amando a sua marca. Só não deixe ela escolher o carro por você.
Deixe o melhor negócio aparecer
Se você já sabe o que precisa, experimente buscar pelo carro, não pela marca. A hoov reúne os anúncios dos classificados e te avisa quando aparece um dentro do seu perfil, seja qual for o emblema. Você diz o que procura, e a gente fica de olho pra você. Qual vai ser a sua próxima busca?


